Acessibilidade escolar: Desafios do ensino remoto
Redação DM
Publicado em 30 de março de 2021 às 13:15 | Atualizado há 8 meses

Segundo ela, durante a pandemia, tanto os pais quanto os professores estão bastantes sobrecarregados. As maiores dificuldades estão dentro e fora do lar. Para os pais a rotina aumentou tendo que agregar ainda, ao papel de educador para auxiliar seus filhos na educação a distância. E para os professores a responsabilidade do ensino e o método de aula duplicou. (veja o vídeo da entrevista).
Realidade do Ensino
Keyla também relata que durante esse período alguns alunos tiveram que desistir por não conseguirem se adaptarem as novas formas de aprendizado. “Não digo que a internet não ajudou, claro que por meio delas muitos alunos não saíram mais prejudicados.” ( veja o vídeo que ela explica sobre as dificuldades e os novos desafios nas voltas as aulas)
A nova modalidade de ensino, só nos tem revelado um problema já existente do acesso não acessível de todos pela educação. Crianças, adolescente e jovens com deficiência podem ser os mais prejudicados com o ensino a distancia.
Portanto o maior desafio a ser enfrentado será o pós pandemia em sala de aula. Para os professores fica nítido o quão necessário será recuperar o tempo e o ensino.
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Em uma de nossas matérias produzida recentemente, ressaltamos que muitos alunos tem dificuldades para se adequarem ao ensino remoto. Seja alunos com ou sem deficiência, os obstáculos e a adaptação remota durante a pandemia tem sido em sua grande maioria o motivo do rendimento escolar ter diminuído a 50%.
Um estudo feito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, revela que crianças da pré-escola de 4 a 5 anos estão apresentando sinais de déficit no desenvolvimento da expressão oral e corporal durante a pandemia. 78% dos professores, afirmam que as crianças foram afetadas com as suspensão das aulas presenciais.
Em Goiás, mais de 4 mil alunos das redes públicas do município de Aparecida de Goiânia, não tem acesso a internet em casa ou não possuem nenhuma condição de terem aparelhos tecnológicos para estudarem. Além disso, a falta de estrutura gera dificuldades na produção de conteúdos para alunos com deficiência.
Quando o assunto se trata de acessibilidade, os desafios são ainda mais complexos. Em muitas escolas públicas falta o apoio especializado e a produção de conteúdo direcionado para alunos que são pessoas com deficiência. Seja eles, altistas, surdo-mudo, cego ou com baixa visão, síndrome de Down, entre outros.
Entrevistamos a Doutoranda e Mestra em Comunicação pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Keyla de Faria, que atua nas atividades de educação inclusiva, com ênfase na inclusão de pessoas com Síndrome de Down. Onde ela ressalta a importância da inclusão no ensino remoto.

Segundo ela, durante a pandemia, tanto os pais quanto os professores estão bastantes sobrecarregados. As maiores dificuldades estão dentro e fora do lar. Para os pais a rotina aumentou tendo que agregar ainda, ao papel de educador para auxiliar seus filhos na educação a distância. E para os professores a responsabilidade do ensino e o método de aula duplicou. (veja o vídeo da entrevista).
Realidade do Ensino
Keyla também relata que durante esse período alguns alunos tiveram que desistir por não conseguirem se adaptarem as novas formas de aprendizado. “Não digo que a internet não ajudou, claro que por meio delas muitos alunos não saíram mais prejudicados.” ( veja o vídeo que ela explica sobre as dificuldades e os novos desafios nas voltas as aulas)
A nova modalidade de ensino, só nos tem revelado um problema já existente do acesso não acessível de todos pela educação. Crianças, adolescente e jovens com deficiência podem ser os mais prejudicados com o ensino a distancia.
Portanto o maior desafio a ser enfrentado será o pós pandemia em sala de aula. Para os professores fica nítido o quão necessário será recuperar o tempo e o ensino.
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